Mostrando postagens com marcador comida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comida. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de março de 2014

Comer o quê?

Oi, todo mundo!

Como postei recentemente lá na página do blog no Facebook, tem sido bem legal receber pelo ask.fm sugestões do que o pessoal gostaria de ler por aqui. Se você deixou alguma por lá, não se preocupe que é só questão de tempo até que sua pergunta vire um post ;) Teve uma que me conquistou em especial. Vou começar com o porquê: estou numa fase de paixão por reality shows gastronômicos. Já chego em casa pensando no que vou assistir - Guerra dos Cupcakes? Junior Masterchef? Cake Boss? Guerra dos Confeiteiros? Se você quer saber, o benefício de assistir se limita à diversão e às ideias, que infelizmente não passam para o estágio seguinte de concretização. No final de cada programa, eu tô morrendo de fome e desejando atacar alguma delícia. Minha silhueta não está gostando nada das minhas escolhas na televisão... mas fazer o que?

Bom, depois de tooooda essa introdução, vamos à pergunta:


- Como funcionava a alimentação no seu dia-a-dia?
Bom, diferente da minha rotina de agora, eu cozinhava todos os dias e todas as refeições lá em Londres - com raríssimas exceções. Eu comprava alimentos não perecíveis uma vez por mês ou mesmo a cada dois meses. Coisas como óleo e açúcar duravam muito, a não ser quando eu queria fazer algum bolo ou coisa assim. Sal... acho que usei 1kg durante o ano inteiro! Semanalmente ou uma vez a cada dez dias eu comprava leite, ovos, frutas, verduras/legumes, e carnes. O leite, os ovos e os vegetais eram pra consumo diário. Ah, pão de forma também! Carnes e peixes em comia duas ou três vezes na semana, dando bastante preferência a peixe porque é mais barato comparado ao preço da carne e porque, como aqui no Brasil minha família não come peixe regularmente, era minha chance de compensar! Nos lanches do meio do dia eu sempre comia frutas ou aqueles biscoitos integrais (tá me dando uma depressão aqui ver a vida saudável que eu deixei pra trás...). Kiwis e ameixas eram os lanches favoritos!

- Existem restaurantes universitários?
Sim, e eles são diferentes de acordo com a universidade. Algumas têm algo mais no estilo de refeitório - o que eu acho que seria mais parecido com o bandeijão, já que eles têm um preço fixo e aquele esquema de self-service ou prato feito. Na minha universidade não era assim. Havia pelo menos três restaurantes no campus: o da Students' Union, que oferecia coisas com fish and chips, saladas, macarrão; o do campus Southlands, que tinha um cardápio parecido, para self-service também; e uma pizzaria chamada Trattoria que, além de vender pizzas deliciosas e baratas, tinha outras opções mais parecidas com a dos outros restaurantes. Os preços deles não eram altos, pra falar a verdade. Essa pizza maravilhosa, por exemplo, custava menos de 4 libras, e você só come uma sozinha se estiver com um dinossauro na barriga. Além dos restaurantes, tinha também dois cafés, um Costa e um Starbucks. Eles vendiam o menu tradicional dessas redes e também sanduíches naturais, wraps, bolinhos, biscoitos e etc. Tinha também uma cantina na biblioteca, que vendia as coisas que os cafés tinham e uns salgados . Mas calma, gente. Nem se animem. Nada de coxinha :(

Comendo fish and chips no meu primeiro dia
da universidade. Que cara de meiga...

- Fale sobre café, almoço e jantar
Meu cardápio de café da manhã variava entre três opções - das quais eu nunca me cansava! Cereal com leite era pra quando eu tava com preguiça ou tinha que sair correndo. Quando não, eu preferia fazer porridge, que é algo como um mingau de aveia. Tem uma receitinha aqui. Eu colocava passas ou canela por cima e ficava perfeito! Além de gostosa, a porridge libera energia devagar (ou alguma coisa desse tipo...). Eu comia e ficava satisfeita até a hora do almoço, mesmo quando eu malhava de manhã! O pão de forma eu geralmente tostava na torradeira. Sempre duas fatias: uma com manteira, outra com manteiga de amendoim e geleia de frutas vermelhas. Já sei que tem gente torcendo o nariz - e eu também torci antes de provar. Mas gente... é muito bom! Depois que eu fui à Turquia, aderi um costume deles pro café da manhã: colocar mel sobre o pão com manteiga. Nhaaaaaaaaaaammmm.

Descobri que eu tenho MILHÕES de fotos de almoço e jantar,
mas nenhuma de café da manhã :( Mas minha porridge era igualzinha
a essa! hheheheeeee...

O almoço era geralmente arroz, bife, peito de frango ou salmão grelhado e salada de alface, tomate e queijo. De vez em quando saía algo diferente, como omelete, stuffed pancakes, macarrão à bolonhesa, e até um feijão! Eu comprava enlatado e temperava colocando louro e bacon. Lembro da alegria profunda que eu sentia quando comia feijão! Heheheh... Mais pro final da minha estada lá, fui desapegando cada vez mais de carne. Eu fazia um mix de vegetais e cogumelos usando batata, cenoura, rabanete, tomate e queijo. Lá eles vendem no supermercado várias opções de mix de folhas e legumes. Tinha um de brócolis com couve flor que era tudo na minha vida. Eu fervia, colocava azeite e orégano e estava feliz pelo resto do dia! Agora o salva-vidas mesmo era o bom e velho risoto. Com o arroz branco, eu picava todos os vegetais do universo, fritava um pouco de bacon em cubinhos, colocava queijo... e voilà. Felicidade em um prato! Não vou mentir: eu geralmente fazia isso quando meu arroz ficava grudado, já que pro risoto esse preconceito não existe.

Primeira comida que fiz lá em London *___*
Seeeempre salmão...

Apesar disso não ser nada recomendado, no jantar é que eu fazia massa com mais frequência. Ou, se eu não tivesse comido carne ou peixe no almoço ou nos dias anteriores, eu grelhava alguma coisa também. E se a preguiça tava muuuuuito doida, eu comia pão de forma nas minhas três variações (tô começando a me achar metódica...). Isso ou a boa e velha sopinha de caneca, principalmente quando tava frio. Me sentia numa propaganda de televisão quando estava toda enrolada na coberta enquanto tomava sopa vendo o vaporzinho subir pela caneca. Ai, que fina. Ah! Outra opção que eu usava muito tanto no almoço quando no jantar era wrap. Eles vendem a massa em supermercado, então eu só enchia de salada, colocava um pouco de maionese e queijo e tava pronto!

O wrap salva-vidas
Primeiro e único suflê da minha existência
Bom... já que o assunto é comida mesmo, vou deixar aqui uma receita (pra ninguém dizer que eu não deixei nenhum legado pra humanidade): minha stuffed pancake. Na verdade, é uma massa de panqueca meio que "recheada". Ela fica bem grossinha e é facílima de fazer. Vamos lá:

Essa também não fui eu que fiz!
Misture a massa primeiro:
1 ovo
1/2 caneca de farinha de trigo (xícara é para os fracos)
1/2 caneca de leite
Sal a gosto (não vai exagerar!)

Tá misturado? Sem bolinhas? Coloque o seguinte:
2 colheres de sopa de queijo ralado
1/2 cenoura média ralada
2 fatias de presunto picadas em quadradinhos
Orégano à vontade

Mexa sem muita brutalidade.

Coloque um fio de óleo ou um pouquinho de margarina em uma frigideira e espalhe com um papel toalha. Deixe a frigideira aquecer um pouquinho, e depois coloque cuidadosamente o conteúdo da sua mistureba, tentando fazê-la ficar linda e redondinha. Com uma espátula, vá soltando os lados assim que você perceber que ela tá criando uma casquinha. Devagaaaaaaaaar. Solte aos pouquinhos até chegar ao meio e ela estar "sambando" na frigideira. Se você for macho pra isso, dê aquela virada de chef, fazendo ela girar no ar. Se for medroso como eu, faz o seguinte (ai, é difícil de explicar): "despeje" a panqueca sobre um prato. Ela vai ficar com a parte crua para cima. Daí é só virá-la com tudo, beeeem rapidão, sobre a frigideira. Tô com a impressão que não fui muito clara, mas vai tentando aí que dá certo!


Então, minha gente... espero que vocês tenham gostado desse post guloso. Sinceramente, eu vou ali resolver uns assuntos na cozinha, porque falar de tudo isso me deixou meio laricada. Tô desejando porridge. Estão servidos? ;)

Ah, muuuito obrigada à pessoa que enviou a sugestão! Tô esperando a de vocês. Não se esqueçam de enviá-las pelo ask.fm ou pela página do blog no Facebook. Já curtiu, aliás?


Beijo, gente! Até mais!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ao norte, ao norte!

[Quero, antes de tudo, registrar minha indignação. Não sei porquê, mas o blogger tá reduzindo a resolução e a o brilho/contraste das minhas fotos neste post :( mimimimimi.... Eu juro que elas estão bonitas no formato real!]


___

Oi, todo mundo! Nossa, to super devendo o post de Cambridge, que tava prometido pra terça-feira da semana passada. Acontece que nesse dia recebi uma notícia bem ruim, que me deixou pra baixo a semana inteira. Deus sabe de todas as coisas e está tratando de curar a tristeza, mas que foi difícil, foi. De qualquer modo, a vida anda! Mas a post de Cambridge vai ter que esperar um pouquinho mais... isso porque eu acabei de chegar da Noruega! E quero contar a história fresquinha pra vocês.

Lá pro final de Julho, eu estava comentando com uma amiga da minha expectativa de passar a época natalina na Europa pela primeira vez. A gente sempre vê nos filmes aqueles Natais com neve e frio, pessoas ao redor da lareira e soltando fumacinha enquanto falam. E vamos ser bem honestos: de maneira geral, nossas decorações de Natal sempre tentar recriam um mundo que não c8rrespomde à nossa realidade no Brasil (principalmente em se tratando de verão!). Usamos pinheiros, aqueles globos com floquinhos brancos dentro e colocamos o pobre do Papai Noel empacotado numa roupa vermelha pesadíssima. Se ele realmente existisse, nem o fato de minha cidade se chamar Natal seria suficiente pra fazer com que ele desse as caras por lá vestido daquele jeito. Tanto ele quanto as renas iam derreter rapidinho...

Foi aí que minha amiga me sugeriu uma programação mais natalina impossível: viajarmos para um lugar onde houvesse um Christmas Market (mercado de Natal). Apesar dos melhores estarem na Alemanha, sem dúvida, nós tínhamos outro requisito: que fosse um país que nenhuma de nós tivesse visitado ainda. Foi bem difícil, sinceramente, porque nos lugares que eu ainda não fui, ela já foi, e vice-versa. Ah, e tinha que ser barato também. o dinheiro que eu estava guardando pra ocasião foi praticamente todo embora no meu "incidente" na Irlanda (já leu?). Pesquisando preços e locais pra lá e pra cá, acabamos indo para em Oslo, capital da Noruega. Sabíamos que o mercado lá não era dos maiores, mas a empolgação de conhecer um lugar novo e viajarmos juntas ficou em primeiro lugar facinho! Então marcamos a data: 30/11 e 01/12. Daríamos as boas-vindas a Dezembro em outro país! Que privilégio!

Nos encontramos por volta das 5 da manhã na Baker Street, de onde pegaríamos o ónibus pro aeroporto. Obviamente, eu não havia dormido. A não ser que você considere 1h30 de cochilo uma noite de sono. Nosso voo estava marcado para as 8h30, pela Ryanair. Saímos na hora certíssima, com a super sorte do avião estar praticamente vazio, e eu apaguei no meu assento desde instante da decolagem.

Depois de um desembarque super tranquilo, fomos pegar o busão que nos levaria até a cidade. Ali mesmo já vimos o primeiro ponto turístico: o guardinha que dava informação na frente do aeroporto. Sinceramente, me dá até raiva como esse pessoal da Escandinávia pode ser maravilhoso tão ordinariamente. Pedimos que ele nos informasse onde ficava o ônibus, mas a informação que eu realmente queria era CRIATURA, DE QUE PLANETA VOCÊ SAIU? ME DÁ UM AUTÓGRAFO, UMA FOTO, SEU TELEFONE, QUALQUER COISA! Mas enfim. Me contive. Sou uma mocinha.

Chegamos no centro perto de 13h e fomos andando até o nosso hotel. Da caminhada, já deu pra perceber duas coisas : o quanto a cidade era fofa e fácil de se andar, e que Janice era das minhas: dava uma olhadinha básica no mapa e sabia que uma hora ou outros ia chegar lá. Nada de ônibus, nada de taxi. Dá pra entender que, quando se tem pouco tempo e a cidade é grande, ou você tem que percorrer longas distâncias, transporte público seja uma mão na roda. mas fora isso, sempre prefiro gastar os pés em vez do dinheiro da passagem.

E depois da chegada o hotel (que era uma fofura, aliás) essa opção B foi bem necessária. considerando nosso pouco tempo em Oslo, decidimos conhecer um museu apenas, e que tinha sido bastante recomendado por amigos meus e delas: o Viking Ship museum (museu de embarcação viking). Ele ia fechar em pouquinho tempo, e ficavam beeeeeeem longe do centro. Uma pena que o ferry não funciona no inverno, porque teria sido muito bom mesmo atravessar para o outro lado da cidade pelo mar. Chegamos a ir no porto, mas lá descobrimos que não estava funcionando. Pelo menos aproveitamos pra dar uma olhadinha no salão onde se entrega o prêmio Nobel da paz.

Tivemos que pegar um busu mesmo. E como valeu a pena! Conhecemos bastante da história da Noruega pela perspectiva Viking, e os barcos e peças expostas eram super legais!


Apesar de não passar das 16h quando saímos de lá, já estava escuro como se fosse noite. Como a fome já estava atacando, seguimos para o mercado de Natal! Minha gente... que horror! Que horror ter que escolher uma só comida! Isso não se faz!Acabei me rendendo a um hambúrguer. Mas calma aí, a coisa não é tão simples quanto parece. A carne era de alce! Antes de dar a primeira dentada, me senti meio que culpada por comer um animal tão fofinho.
Não me olhe assiiiiiiimmm, seu delicioso!
Mas a culpa passou logo logo. Que delíciaaaaa! Nossa, a carne mais macia que eu já comi na minha vida. Acho que os animais que fornecem boas carnes deveriam ser feios, porque quando eles são bonitinhos a coisa fica muito difícil. Pela minha cara não parece, né?

Além do hambúrguer, teve doces e também Glühwein -  o vinho quente tradicionalíssimo de mercados natalinos, de origem alemã. É incrível como, além de delicioso, o Glühwein esquenta o corpo imediatamente. Num friozinho de cinco graus negativos, isso foi realmente muito apreciado.

Eu lembro que, assim que comprei as passagens, fiz mentalmente um pedido: que fizesse tempo bom e que nevasse. E não é que nevou? Não foi neve pra todo lado e nem o suficiente pra deixar o chão branquinho, mas tava lindo demais aproveitar aquele clima de Natal com a neve caindo. Ai *___* amo!


Andamos pra lá e pra cá milhões de vezes. O centro de Oslo é realmente pequeno, então com o tempo que tínhamos deu pra entrar em todas as ruazinhas lindas e iluminadas que encontramos pela frente!

Voltamos para o hotel depois de muita andança, e descansamos super bem! No meu estado de exaustão, dormi cinco segundos depois de fechar os olhos. Acordei cedo mas super disposta no outro dia, e tomei um café da manhã monstruosamente gigante. Só de pensar minhas banhas começam a crescer para todos os lados!

...a vergonha é admitir que os dois pratos eram meus,
e que eu repeti depois!
E assim que saímos do hotel, vi que meu segundo desejo tinha sido realizado. Gente, um sol lin-do. Absolutamente lindo! O céu estava impecavelmente azul! Perfeito pra conhecermos o palácio real e o parque Vigeland, que tem umas esculturas super bizarras!
Bem que tentei alertar Janice sobre a presença
do Lanterna Verde atrás de mim...
Essa estátua me representa!
Pouco antes do meio-dia, voltamos no hotel rapidinho pra pegarmos nossas coisas antes de continuarmos o passeio, pois apesar de nosso vôo só sair às 18, nosso aeroporto ficava a duas horas de distância, e a companhia aérea recomenda chegar 2 horas antes. Ou seja: tínhamos que deixar Oslo às 14h! Tristíssimo! Mas enfim... demos mais uma boa caminhada pelo centro, e nossa última parada foi a Ópera. Que prédio incrível, que vista linda! E ainda mais naquele dia de sol e céu azul. Um presentão de Deus!



No ônibus a caminho do aeroporto, meu único incômodo foi não conseguir encostar os pés no chão. 1,54m não é altura de gente na Noruega. Já faz parte da categoria de gnomos. Oh, well... fazer o que? Aproveitei a paisagem lindíssima, com vontade de ficar mais e ao mesmo tempo já com uma saudadezinha de Londres. Saber que está acabando me faz querer "agarrar na saia" desta cidade - uma escapadinha aqui e ali, e olhe lá!

E foi isso, minha gente. Noruega foi meu país número 25, e o lugar mais ao norte que eu já cheguei no mundo (o mais ao sul foi Ushuaia, na Argentina, que é literalmente a cidade mais ao Sul do planeta!). Tive um fim de semana lindo em Oslo, mas como é bom estar em casa novamente.

Ah! Antes de viajar, eu fiz o vídeo número 10! Se você ainda não viu é só seguir este link. Vou tentar voltar aqui ainda esta semana pra finalmente postar sobre Cambridge, que foi uma fofura também!

Beijo e boa semana pra vocês ;)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Desejos antigos, realizações novas

Oi, brasileiros!!!

Outubro chegooooooou, minha gente! Mês 10! O que é isso, planeta Terraaaa? Ta girando rápido demais, viu? Pode parar!

Dei aquela sumidinha de novo, né? Hehehe... não vou nem me desculpar, porque não adianta. Eu sempre acabo desaparecendo um pouquinho. Tem 43 perguntas aguardando minha boa vontade no ask.fm. Ai, minha gente, que preguiçaaaaa! Juro que eu chego lá, ta? Mas enfim. Há uns dias eu tava meio pra baixo por pensar que em menos de três meses eu vou estar voando de volta pro Brasil. Pensar no que me espera lá nem sempre é bom, mas tenho tentado ser positiva e olhar para as coisas legais, como...

estar com o quinteto Augusto completo...

ir à praia...

comer guloseimas do papai...

rever amigos...

paparicar meu filhote...

Eu geralmente sou bem otimista, mas o esforço está grande pra eu conseguir concentrar nesses lados bons do retorno. De qualquer forma, to tentando! E na maioria das vezes dá certo mesmo! Algo que tem me ajudado muito também é colocar em prática todos os projetos que eu quis começar aqui em Londres. Alguns são mudanças de hábitos, outros são realizações de vontade. De pouquinho a pouquinho, vou riscando coisas do meu checklist! E lá vão algumas que fiz ultimamente...

✓ Tomar um chá da tarde tradicional
Luxo não é pra mim. E se eu já sabia disso antes, ficou bem visível ao entrar num hotel da rede Hilton pra tomar um chá da tarde com minha amigona Sarah - que também não é fã de chiquezas. Mas geeeente, que experiência legal! Nos vestimos "nos truques", e quem nos recebeu no hotel certamente nem desconfiou que acabávamos de chegar de um metrô lotado. Tinha comprado o ticket numa oferta do Time Out (tava um descontão!), e não tive nenhum problema pra reservar a ida. Era muito fineza, a começar da taça de champanhe que nos serviram assim logo de cara! MINHA GENTE, FOI MEU PRIMEIRO CHAMPANHEEEE! Bolinhos, pãezinhos, chazinhos... tudo maravilhoso! Não é programa pra todo dia, mas uma vez ou outra não faz mal. Aliás, o que seria morar um ano em Londres sem tomar um típico chá da tarde? Pena que não foi às 17h... mas ta valendo, né?
Parabéns pra mim, que não tirei nenhuma foto da minha roupa de frente.
Mas eu usei SALTO! E isso pra mim já é ser suficientemente chique.
✓ Ver a London Bridge à noite
Eu já tinha visto essa lindeza durante o dia e no final da tarde... mas a noite, a London Bridge fica mais que espetacular! Pretendo voltar muitas e muitas vezes pra ver essas luzes maravilhosas iluminando minha ponte favorita. É claro que a companhia fez diferença também! Obrigada, Kah!

✓ Ir no "brinquedo" da London Eye
Por trás da London Eye, aquela roda gigante bem famosa, tem um brinquedo tipo de parque de diversões. Ele é bem alto, e consiste de umas cabines suspensas que vão girando até chegar ao topo. Que delícia sentir esse friozinho(zão!) na barriga. Não vou mentir: eu e Cintia, minha prima, quase perdemos as gargantas de tanto gritar. Mas foi muito legal mesmo! E a vista, é claro, é impecável.

✓ Voltar ao Science Museum
Eu tinha estado no Museu da Ciência no ano passado, como blogueira da Samsung, e desde que cheguei tava querendo ir lá de novo! Dessa vez, com meu amigo estudante de física me visitando, não teve pra onde fugir!
Ano passado...

✓ Fazer uma loucurinha no cabelo
No Brasil, eu trabalhava como repórter e apresentadora de televisão. Comecei bem cedo, aos 14 anos. Isso significa que não tive muito tempo pra fazer doidices no cabelo, como eu sempre queria. Já pintei de vermelho, de preto e milhões de tons misturados - mas todos dentro da normalidade para a televisão. Por que só agora eu percebi que, depois de 6 anos, eu posso fazer o que eu quiser no meu cabelo? Literalmente, o que eu quiser! Daí eu resolvi começar por um começo simples... mas pretendo evoluir na transformação (quase um Pokémon!).

E já que eu citei todos os amigos que vieram me ver aqui, um "ciao" pro Marco, que veio de Milão!

Aaaaahhh! Faltou dizer que eu comecei a estudar alemão também! Não consegui entrar no curso aqui da universidade mesmo, mas vamos testar meu autodidatismo e ver até onde isso vai! O desejo era antigo... Provavelmente, mais um item será riscado da lista amanhã. Eu, a dona bafolinha, vou entrar na academia. Sim, pela milésima vez na minha vida, mas pela primeira vez em Londres! E além disso, não é pra malhar não :) Vou começar zumba, ioga e pilates. Não sei quanto tempo vai durar, mas o negócio é que estou animadíssima e não vou perder esse embalo de jeito nenhum! [será?]

Claro que tem vários outros itens que não citei ainda, mas alguma sugestão para minha lista?

Beijos e até a próxima, gente \o/